Não basta só querer vender, tem que ter Conteúdo!

Vale a reflexão…

Nos dias de hoje, em uma competição cada vez mais acirrada pela atenção das pessoas, ou possíveis clientes, oferecer informações relevantes tornou-se um enorme diferencial.

Seja para vender ou qualquer outra finalidade, ao invés de lançar uma enxurrada anúncios de produtos ou serviços, as empresas precisam informar os consumidores sobre assuntos interessantes sobre sua área de atuação e não simplesmente vender um produto.
Isso significa fornecer conteúdo capaz de ajudar o potencial consumidor a resolver um problema com uma solução que faça parte dos serviços ou produtos oferecidos pela sua empresa.

De forma prática, funciona assim: você dá alguma coisa de graça para a pessoa e constrói sua imagem como autoridade no assunto. Quando seu potencial cliente precisar, vai se lembrar de você.

Essa é uma estratégia de construção de imagem muito mais eficaz para criar identificação com a sua empresa do que bombardear as pessoas com anúncios, ações publicitárias e propagandas.

Este “Novo Marketing”, que usa a informação como diferencial, vem sendo chamado de Marketing de Conteúdo.

Basicamente, Marketing de Conteúdo é a arte de se comunicar com seus futuros clientes sem a pressa de vender o produto no primeiro contato.

Grandes marcas e empresas que desejam criar um relacionamento duradouro com os seus clientes vem adotando essa prática para fidelizar pessoas e proporcionar uma experiência de consumo muito mais forte e intensa.

Essa prática humaniza as estratégias colocando o cliente no centro das atenções. Afinal, quem não gosta de se sentir importante para alguém ou para uma empresa?

Hoje, os consumidores não querem clicar em banners e anúncios e não acreditam em discursos prontos vindos das empresas.

Cada vez mais os consumidores querem se sentir importantes. As empresas que praticam o Marketing de conteúdo valorizam essas pessoas entregando informações que tornam o seu “possível comprador” mais inteligente, capaz de tomar as melhores decisões de compra. Quem não gosta de se sentir valorizado?

Para as empresas essa nova forma de fazer Marketing traz vantagens importantes e difíceis de conquistar:

Visibilidade e autoridade
Para procurar informações sobre produtos ou serviços, os consumidores utilizam ferramentas de busca. Uma boa estratégia de conteúdo ajuda a aparecer nos resultados e a receber atenção e reputação online.

Vantagem competitiva
Empresas que constroem relações através de conteúdo de qualidade ganham prioridade de compra. Pense. No processo de compra hoje em dia, na grande maioria das vezes, é o comprador quem entra em contato com a empresa e não o contrário.

Troca de experiências com o cliente
Já há algum tempo as pessoas não gostam de ser convencidas a comprar e a geração de conteúdo vem acompanhando esse novo comportamento. Hoje, empresas e consumidores estão no mesmo patamar de conhecimento sobre um assunto e muitas vezes até trocam informações e experiências. Isso pode ser muito positivo para saber as necessidades dos seus clientes.
Agora que você já sabe o que é e quais vantagens o Marketing de Conteúdo pode trazer para sua empresa, coloque essa ideia em prática, crie laços duradouros com seus clientes e torne-os defensores do seu produto ou marca.

Rogério Fonseca

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Importância das Mídias Sociais para tomada de decisões

Nosso aluno Roger, do MBA irmão do nosso, o MBA de Gestão Estratégica de Ecommerce escreveu um excelente texto sobre a tomada de decisões nas Midias Sociais

No Brasil foi atingido um nível maior de maturidade, quando se fala em Mídias Sociais. Com essa melhora, as empresas começam a se estruturar e analisar resultados de Mídias Sociais para E-commerce.

A população brasileira atingiu esse número de maturidade, devido a facilidade de acesso as Mídias Sociais, com uma contribuição muito grande dos smartphones. Um estudo aponta que 30% dos usuários de celular no Brasil acessaram as redes sociais.

A análise das métricas esta ligada diretamente na tomada de decisões de médio e longo prazo. Com este modelo, podemos: coletar dados sobre a nossa marca, concorrentes e categoria, desenvolver ideias que informam uma estratégia e/ou táticas.

Em seguida, esses dados servirão como base para o planejamento e, por fim, para a mensuração de resultados, ou seja, é um processo contínuo dentro de uma gestão de Mídias Sociais.

Com as métricas bem definidas, é possível gerar conteúdo em tempo real para impactar o cliente na hora da tomada de decisão. As empresas estão se especializando cada vez mais em Marketing Digital, melhorando seu conteúdo nas Mídias e abrindo espaço ao cliente para realizar reclamações diversas no próprio site, pois quando é interno se torna fácil o tratamento, deixando o espaço de Mídias Sociais só para falar de marca, produto e tipo de persona do E-commerce.

Conclui-se que o poder de influência das redes sociais na decisão de compra se confirma a cada dia. Cada vez mais é acessado as Mídias para buscar informações sobre produtos. Os comentários negativos podem nos afastar até mesmo de marcas cuja qualidade já estava sedimentada.

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Viver é aprender

O texto é de autoria de Luiz Buono, um dos maiores nomes do mercado publicitário do Brasil. Com passagens por empresas como DM9DDB, Publicis e Leo Burnett, Luiz hoje é sócio da Fábrica Comunicação dirigida  e um daqueles profissionais apaixonados pelo o que faz e principalmente, apaixonado por pessoas.

Nesse texto abaixo, você terá a oportunidade de aprender em cada frase, em cada reflexão sobre o novo profissional de comunicação, que não é aquele que pensa comunicação 24h, que trabalha 18h por dia e que quer ganhar Cannes de qualquer jeito. Você verá algo além disso e principalmente, como sempre defendemos aqui no curso de pós, a importância de se entender pessoas, afinal, para quem as campanhas são?

Em 2014 aprendi um monte de coisas…

Aprendi que uma agência é uma engrenagem, e se a engrenagem não está redonda, nem a melhor propaganda do mundo a fará girar;

Aprendi que o bom líder dedica a maior parte do tempo “arredondando” a engrenagem;

Aprendi que as agências mais bacanas do mundo estão invertendo sua estrutura de poder – “colaboradores first”;

Aprendi que uma das maiores escolas de administração do mundo, o MIT, tem ensinado executivos a acessarem níveis mais sutis de inteligência;

Aprendi que quando você muda sua agência do Ego-sistema para o Eco-sistema, o poder sai do umbigo e vai para a conexão com o outro. E isso exponencializa tudo;

Aprendi que o novo em comunicação se chama “plataformas, eco-sistemas”, a única maneira de se construir marcas de forma sustentável;

Aprendi que prestar atenção nas pessoas é o maior exercício de liderança;

Aprendi que respirar antes de falar, conecta;

Aprendi que controlar menos e confiar mais, leva seu nível de criatividade lá pra cima;

Aprendi que existe uma enorme diferença entre a comunicação e comunicação de resultados;

Aprendi que nem sempre a comunicação que a gente acha boa, é a que produz os melhores resultados;

Aprendi que o voluntariado em grupo provoca um clima de união incrível na sua agência;

Aprendi que a mente tem uma enorme capacidade de te limitar ou te jogar nas nuvens;

Aprendi que muita gente no mundo está querendo um novo mundo;

Aprendi que o “como” é infinitamente mais importante que o “que”;

Aprendi o cuidado que se deve ter com as palavras, elas são poderosas;

Aprendi que tudo que a gente pensa e sente, não é a gente, mas só um lado da gente;

Aprendi a importância da confiança no imponderável, ele surpreende;

Aprendi que as coisas tem seu próprio ritmo, que nem sempre é o seu ritmo;

Aprendi que cada agência acaba tendo o cliente que merece;

Aprendi que o medo não existe, é uma ilusão da mente;

Aprendi que assumir suas vulnerabilidades é libertador; elas se transformam em poder;

Aprendi que o que te mais te fortalece no seu cliente é falar a verdade;

Aprendi que para trabalhar com comunicação você não precisa ser apaixonado por comunicação, mas por pessoas;

Aprendi que elogiar é a maneira mais rápida de levantar o clima da sua agência;

Aprendi que o bom líder não faz nada, ele apenas abre espaço para os outros fazerem;

Aprendi que uma agência não pode fazer de tudo, mas se comprometer com tudo que faz;

Aprendi que as paredes da sua agência falam;

Aprendi que na comunicação tudo passa; mas a importância da comunicação não passa nunca;

Aprendi que o profissional de comunicação com a cabeça enterrada só na comunicação nunca vai ser um bom profissional de comunicação;

Aprendi que se seu chefe te negar um curso que não tenha nada a ver com comunicação, comece a buscar um chefe que tenha tudo a ver;

Aprendi que a comunicação tem um relógio totalmente diferente: as únicas horas que contam são aquelas que o cliente aprova ou reprova; as demais são apenas horas preparando as horas que contam;

Aprendi que quanto mais divertidas forem as horas que “não contam”, melhores serão os resultados nas horas “que contam”;

Aprendi que você não cria nada, você se abre para as ideias virem até você;

Aprendi que quanto menos você intervém, mais as coisas acontecem como devem acontecer;

Aprendi que nem o melhor diretor de criação do mundo sabe se uma ideia é boa; só depois de veiculada é que você vai saber;

Aprendi que quanto mais você une vida pessoal com vida profissional, mais você se torna uno;

Aprendi que entra ano, sai ano, e continuo aprendendo.

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10 tendências de consumo fundamentais para as Américas do Sul & Central em 2015

O site TRENDWATCHING é um dos melhores sites do mundo em tendências de consumo e estudos de mercado, e recentemente recebemos da sua assessoria de imprensa um estudo para os modelos de consumo para 2015, que vale repassar aqui.

Nós do MBA de Marketing Digital entendemos desde sempre a importância do tema para a nossa grade, por isso, chamamos os profissionais Sérgio Lage e Keila Silva para dar aula conosco em nossas unidades da Barra Funda e WTC, além disso, aulas como Redes Sociais, Midia, Planejamento Digital, E-commerce, Branding, Inovação, WEB 2.0, Mobile, ou seja, praticamente todas as matérias abordam esse tema, que segundo, Kotler, quanto mais entendermos o consumidor, melhor serão nossas estratégias!

  1. IN-HAND BRANDS »

Sirva os consumidores no lugar certo e na hora certa. Enquanto as expectativas dos consumidores crescem nas Américas do Sul & Central, a paciência deles diminui. Marcas espertas estão integrando-se à vida das pessoas com um preciso senso de urgência. Veja como as marcas Piero (Argentina), Forever 21 (Costa Rica) e Hellmann’s (Brasil) estão aplicando essa tendência.

 

  1. BRIGHT IS BEAUTIFUL »

O amor pelo conhecimento como status. O que isso significa para as marcas em 2015? Além de integrar o aprendizado e experiências literárias ao dia a dia dos consumidores pense como você pode ajudar os consumidores a expressar (ok, exibir) seus conhecimentos. Aprenda como as marcas FreeSurf (Brasil), L&PM (Brasil) estão aplicando essa tendência.

 

  1. RECONCILIATION BRANDS »

A luta contra desigualdade. Apesar de todo o progresso das Américas do Sul & Central, há ainda muita desigualdade e barreiras que separam a população da região. Dificuldades financeiras, desigualdade e preconceitos. Em 2015, as marcas não podem ignorar essas questões. Marcas corajosas (grandes e pequenas) irão abraçar esta discussão. A tendência traz exemplos das marcas Soy Capaz (Colombia), Tortrix (Guatemala) & LT8 (Argentina).

  1. DEMOCRATIC PRICING »

Deixe os consumidores opinarem. Depois de viver anos de flutuação de preços, consumidores das Américas do Sul & Central estarão confiantes de que sabem o quanto produtos e serviços devem custar. Esses consumidores demandarão das  marcas a possibilidade de participar da precificação de produtos. Com o exemplo das marcas TechBoy (Brasil) e Atado (Argentina)

 

  1. INSIDE OUT »

Ajude os urbanoides a aproveitar espaços ao ar livre. Os latinoamericanos andaram se escondendo (especialmente da violência urbana) em shoppings, em seus carros no trânsito e em condomínios nos últimos anos. Mas desde 2013, esses consumidores estão redescobrindo o valor de ir às ruas. Em 2015, como você vai ajudar os seus consumidores a aproveitar o espaço público? Inclui exemplos das marcas ONG Instituto Mobilidade Verde & REUD (Brasil), Park(ing) Day Chile.

  1. PLAYFUL PERKS »

Nas Américas do Sul & Central, as marcas muitas vezes recorrem a um tom sério no seu discurso, com o objetivo de serem vistas como profissionais e respeitáveis. Em 2015, as HUMAN BRANDS (“marcas humanas”) irão além das piadinhas com fãs e seguidores online, e vão estimular os consumidores com recompensas divertidas e interações surpreendentes. Com exemplos de marcas Skol (Brasil) & Claro (Costa Rica)

 

  1. CITY CONNECTIONS »

Os solitários moradores das cidades irão amar marcas que possam uni-los. Graças à contínua urbanização das Américas do Sul & Central e ao ritmo das grandes cidades (muito trabalho, pouco tempo livre), é comum que moradores não conheçam seus vizinhos. Sua marca é amigável o suficiente para ajudar as pessoas a se conectar? Quanto mais conexões você fizer, mais você será amado. Como o exemplo das marcas Zezé (Brasil) & Chivas Regal (Brasil).

 

  1. OK COMMUTER »

O cruzamento entre varejo e transporte é certamente uma das novas áreas mais interessantes a serem exploradas nas Américas do Sul & Central. Em 2015, latinoamericanos irão abraçar marcas que se encaixem perfeitamente em suas jornadas. Com exemplos de marcas Boxeway (Argentina) & Netshoes (Brasil)

  1. ONLIFE SERVICE »

Em 2015, enquanto os consumidores desejarem marcas que os ajudem a gerenciar suas vidas online, eles também irão esperar ser servidos e assistidos com total conveniência. As marcas devem ajudá-los a usar a tecnologia de maneira segura, mais saudável e mais produtiva. Com exemplos de marcas Lew’Lara/TBWA (Brasil) e Google (Brasil)

  1. BRAND STANDS »

De acordo com a pesquisa do Pew Research Center de junho de 2014, 72% dos brasileiros estão insatisfeitos com o país. Eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada que se aproxima fizeram os consumidores das Américas do Sul & Central (não apenas do Brasil!) repensar o uso dos espaços públicos e a infraestrutura local, causando grande desejo de melhorar a região para que isso seja motivo de orgulho nacional.  Em 2015, os consumidores irão esperar que as marcas provem que são comprometidas com as mesmas causas que eles. Com exemplos de marcas VH1 Latin America & Dermacyd (Brasil).

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Fraude no E-Commerce

Nosso aluno Manuel Santos, da turma do MBA de Gestão Estratégica de E-commerce, pós irmã da Pós de Marketing Digital, escreveu um excelente artigo sobre fraudes nos e-commerces. Merece ser lido

As fraudes vem crescendo da mesma forma que as vendas pela internet, sendo um fator agravante para o insucesso de uma loja virtual, com isso muitas empresas sofrem com prejuízos consideráveis, resultando no encerramento de suas operações.  Segundo o Serasa Experian divulgou, o prejuízo  no Brasil chegou à casa dos R$ 2,3 bilhões em 2013, desse total R$ 1,2 bilhão esvaiu-se em tentativas de fraude offline (mais conhecidas como roubo de identidade),  aproximadamente R$ 500 milhões em e-commerce e mais de R$ 600 milhões em operações bancárias.

Estes fraudadores, antes especializados em golpes de cartões no mundo físico copiando suas tarjas magnéticas,viram suas ações dificultadas pelo surgimento dos “chips” nos cartões de débito e crédito e  vislumbraram  uma oportunidade no mundo virtual, já que muitas lojas não cuidam de sua segurança. Outros facilitadores são: o lojista não visualizar o cartão fisicamente, confirmando seus dados, o comprador não estar presente na loja e os critérios de transações que visam a agilidade da conclusão da compra.

Segundo a Serasa Experian, “os golpistas brasileiros capturam as informações cadastrais, números de CPFs e números dos cartões de crédito dos consumidores e vendem em leilões na Internet por valores que, de acordo com a quantidade de informações disponíveis, da bandeira do cartão e também do status (ouro, platinum, internacional), disponibilidade de senha, entre outros, podem variar de R$ 5 a R$ 300”. Rússia, Vietnã, Gana, Nigéria, Romênia, Estados Unidos e Brasil estariam entre os principais países da indústria da fraude na web.

De acordo com dados de mercado, diz a empresa, 30% dos usuários de cartões de crédito já sofreram fraude, o que torna o Brasil o quinto no ranking mundial desse tipo de golpe, atrás de Estados Unidos (37%), México (37%), Emirados Árabes (33%) e Reino Unido (31%). Já na web, os golpes são aplicados principalmente nas compras de produtos eletrônicos, passagens aéreas, Internet banking e serviços.

Muitas empresas, especializadas em detectar estes fraudadores, oferecem seu serviço ao mercado virtual com pacotes de vários valores e tecnologias distintas. Estas empresas estão em constante aprimoramento de suas técnicas, pois o mercado é atacado por quadrilhas especializadas que se aprimoram e trocam informações com a mesma velocidade de crescimento do e-commerce no Brasil.

Mas nem todas as fraudes,que causam prejuízos, são elaboradas e executadas por especialistas e quadrilhas, vamos verificar abaixo os tipos de fraudes existentes:

Fraude Efetiva acontece quando um estelionatário acessa a loja virtual e efetua compras com um cartão de crédito roubado ou clonado. Por ter todos os dados necessários à compra, o processo transcorre normalmente sem qualquer problema. A administradora de cartões de crédito recebe a requisição e aprova a transação dando início ao processo de entrega do produto.

Ao receber a fatura do cartão de crédito, com o lançamento indevido, o titular do cartão entra em contato com a administradora e questiona o lançamento,alegando não reconhecer aquela compra, o que gera o chargeback. Nesse caso o prejuízo do lojista é total, ficando sem o produto e sem o dinheiro.

A Fraude Efetiva é sem dúvida a fraude com cartões de crédito mais comuns no comércio eletrônico, mas felizmente pode ser identificada quando a loja adota uma política rígida em relação à segurança das transações online, como por exemplo o uso de um bom sistema anti-fraude.

Auto-Fraude é muito mais comum do que se imagina e não tem como ser identificada pelo sistema ou gestor de meios de pagamento da loja virtual.

Esta fraude ocorre quando o real proprietário do cartão efetua a compra e depois alega não reconhecer a mesma, agindo de má fé, exigindo o estorno da compra de sua fatura.

Esse tipo de fraude com cartões de crédito no e-commerce, apesar de comum vai sendo diminuída em função do monitoramento que as administradoras de cartões de crédito vem fazendo sobre clientes com ocorrências deste tipo.

A Fraude Amiga também é um tipo de fraude bastante comum em lojas virtuais. É aquela situação em que a compra é feita por uma pessoas relacionada ao titular do cartão e que tem acesso a todas as informações para concretização da compra, como por exemplo, parentes próximos como filhos, esposa, marido ou irmãos.

Ou na compra feita através de subadquirentes, onde o cliente não visualiza em sua fatura de cartão o nome da loja que ele comprou e sim o nome do subadquirente como exemplo MercadoPago e não reconhece a compra. Neste caso cabe a loja deixar a informação mais clara ao cliente, em alguns casos é possível colocar a informação do nome da loja logo após o nome da subadquirente facilitando o entendimento da fatura pelo cliente.

Nestas situações especificamente não existe má fé propriamente dita, mas a falta de conhecimento do titular do cartão sobre aquela conta ou engano por falta de informação , levando ao cancelamento da venda e o seu consequente chargeback.

Essa é uma situação bem comum, e igualmente difícil de ser previamente identificada. Felizmente, a experiência mostra que em muitos casos o titular do cartão, após ser contatado pela loja virtual,  acaba por reconhecer a compra, após identificar o verdadeiro agente da compra.

O e-commerce no Brasil ainda esta em fase de crescimento acelerado e cabe aos administradores das lojas, já existentes e das que ainda surgirão, manter atenção a estas práticas que, infelizmente, em nosso país ainda são vistas como coisas do nosso cotidiano e muitas vezes favorecidas por uma legislação e um código penal desatualizados.  Somado a tudo isso, atravessadores e compradores ajudam estes criminosos a prosperar, já que os produtos que são adquiridos pelos golpistas são facilmente vendidos no mercado.

fonte: http://serasaexperianportais.com.br/

 

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O velho-novo Merchandising on Line

Nossa aluna Nana Trovatto, do MBA de Gestão Estratégica de E-commerce, “MBA irmã da Pós” escreveu um excelente artigo sobre Visual Merchandising, um conceito a ser usado no marketing digital, ou não? Parabéns pelo artigo Nana!!

E de repente tudo mudou, o que se era sabido, já não é mais. Como se vendia, ja não vende mais. A internet para ler noticias, bater papo e trocar e-mails de trabalho, deu lugar a um novo mercado e modelo de negócios, também conhecido por e-commerce. Desta maneira, se desenhou um cenário de desesperados ávidos por informação. E agora? O que fazer? Quais as melhores praticas? Como vender mais?

A resposta é ampla e tão extensa quanto o alcance dessa rede. Não bastasse as inúmeras tecnologias que surgem todos os dias para criar novas funcionalidades e tornar as nossas lojas virtuais mais inteligentes, robustas, integradas e dinâmicas, também temos que otimizar o site, nos tornar interessantes aos olhos e algorítimos do Google, disputar bravamente uma “palavra-chave”, estar presente nas mídias sociais. Porém, existe um outro lado tão ou mais importante que a tecnologia empregada para o sucesso das vendas on line, precisamos entender de pessoas, afinal, de que adiantaria sua incrível otimização e tecnologia se o ultimo clique, o derradeiro, depende exclusivamente do quanto você convenceu e despertou desejo no seu cliente?

Novas praticas são ótimas, práticas que aumentam resultados são melhores. E nada melhor que o bom e velho conceito de Visual Merchandising para criar desejos, incentivar o consumo imediato e aumentar o volume das vendas. Compras por impulso representam mais da metade de todas as compras realizadas no ambiente virtual, por qual motivo você negligenciaria esta informação?

PONTA DE GONDOLA: Você pode utilizar conteúdo dinâmico para apresentar exatamente o que seu cliente se interessa assim que ele entra na sua pagina, mas por que não aproveitar para trabalhar a “área morta” fora dos 1200px que seu site utiliza? Ela está la, pronta para dar ênfase em alguma ação especifica que você deseja. Você pode enfatizar o lançamento de um produto novo, “vestir” sua pagina para uma data especial, as possibilidades são infinitas.

TESTEIRA: Você pode criar uma categoria de “Novidades da Semana”, mas caso o seu cliente esteja navegando por outra categoria, como saber qual dos produtos apresentados é novo? Nós somos seres visuais, respondemos facilmente a qualquer estimulo que esteja fora do padrão. Uma sinalização na parte superior do produto, como um “selo de novidade”, pode fazer toda a diferença. E isso serve para promoção ou qualquer outra informação/sinalização que lhe seja conveniente.

BONUS PACK: Melhor que pagar barato é ganhar algo. Nos sentimos vitoriosos. Ao invés de levar para casa “uma pasta de dente” que era a necessidade primária do seu cliente, você oferece “03 pastas de dente, grátis uma escova!”. Ofertar uma vantagem no ato da compra, faz ele reavaliar a necessidade e decidir levar pelo que não precisava; aumentando seu volume e consequentemente o valor da venda. Mas é importante ofertar algo que faça sentido à necessidade original e o cliente perceba como vantagem.

CROSS MERCHANDISING: A arte de oferecer aquilo que complementa a compra do seu cliente. As vezes ele descobre que precisa de algo que sequer havia pensado sobre. Vamos supor que sua cliente esta navegando por um produto “Escova Progressiva em casa”, você então irá mostrar sutilmente na mesma pagina, logo abaixo do produto em questão os seus complementares: “Chapinha Turmalina não estraga o Cabelo”, “Shampoo sem Sal cabelo bonito por mais tempo”, “Máscara Hidratante Milagrosa”. Praticamente uma consultoria das necessidades que ela nem sabia que tinha e você já entregou todas as soluções.

GÔNDOLA DE CHECK OUT: Quem é mãe e vai ao mercado com o filho sabe o quão terrível é a hora de passar pela fila do caixa, se você estava com o dinheiro contado certamente irá deixar o “amaciante de roupas” para levar o tal “Kinder Ovo” que é obviamente, muito mais necessário pra vida! Mas se o pagamento for em cartão, nesse caso “Os dois, por favor!”. No mundo online devemos imaginar o seguinte, uma pessoa em processo de checkout está com a carteira na mão, e a parte mais difícil da venda é fazê-la tirar o cartão da carteira, uma vez de posse do mesmo em mãos, o impulso está ali, outros produtos precisam estar ali também, levar somente o que necessita ou “aproveitar uma pechincha”, “um item extra”, “uma novidade” é praticamente como colocar a bola na linha do penalti e chutar para o gol. “Por que não? Já estou pagando o frete mesmo” é um raciocínio comum, explorar esse imediatismo é fundamental para o aumento na receita da loja no final do mês.

Estes são alguns exemplos, de vários que podem ser adaptados do mundo offline para o online. Antes de surtar com a mais nova ferramenta inovadora “tem-que-ter” do mercado, verificar se o seu “arroz com feijão” está sendo feito direitinho, já lhe trará excelentes resultados. Basta criatividade para adaptar da melhor maneira o que dá certo no físico para o virtual e colher seus frutos. Na hora de executar seu plano e ter certeza que o resultado final é o melhor que se pode ter, você pode analisar essa implementação utilizando TESTE A/B e MAPA DE CALOR. Mas isso é assunto para outro artigo.

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GERAÇÃO DE INSIGHTS COM TESTE A/B E MAPA DE CALOR

A nossa aluna Larissa Caroline, do MBA de Gestão Estratégica de E-commerce, “MBA irmão”da Pós de Marketing Digital escreveu um excelente texto para esse blog. Vale a pena conferir algo de extrema importancia, não apenas para o varejo, mas para as marcas. Parabéns Larissa!!

A finalidade do visual merchandising é proporcionar uma melhor visibilidade dos produtos, seja em vendas “on/off”, gerando atração aos produtos e a motivação às compras, por isso, o ponto de venda deve ser analisado, para que as exposições possam ficar nos melhores lugares, assim, facilitando as compras e consequentemente, aumentar o numero de compras por impulso, a comunicação e criatividade são muito importantes pois aproximam o produto certo ao consumidor certo.

A técnica mais comum nos sites e em vendas off, é o cross-merchandising, essa estrategia cruza os produtos na pagina ou ponto de venda que possuem entre si  relação direta, como por exemplo, o cliente que compra de sapatos, e o lojista pode oferecer meias no ato da finalização da compra, essa tecnica gera o estimulo do cliente por associação ou conveniência.

Para analisar o comportamento de navegação do consumidor, as empresas usam ferramentas que utilizam a representação visual (por cores) de seus movimentos no site, o mapa de calor, é a forma mais facil e assertiva de simular “visão” do consumidor o resultado são manchas coloridas nas áreas e que provavelmente o olhar do cliente esteve por mais tempo.

Com objetivo de melhorar a usabilidade do site, torná-lo mais amigável e aumentar a conversão de vendas, pode-se aplicar testes A / B na fase de otimização do site.  Este método é realizado por diversas alternativas, comparando elementos específicos das paginas a fim de medir quais são as mais assertivas. Para realizar os testes, recomenda-se a utilização de softwares especializados, decidir o que é mais importante na pagina antes de testar, gerenciar as mudanças de layout e realizar de fato a mensuração de sucesso da página.

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